Onde está o que delimitava a vida pessoal da profissional?

Durante a pandemia, pessoas e empresas descobriram um novo modo de se relacionar. A flexibilidade tanto de uma parte como de outra se tornou requisito para manter a funcionalidade nessa relação.

O trabalho híbrido e o home office, que eram uma tendência, se tornaram uma realidade predominante. O que delimitava a vida pessoal da profissional se tornou menos óbvio, impactando principalmente quem não estava preparado.

Então, a combinação das incertezas, ansiedade, isolamento social, estreitamento do espaço entre vida pessoal e profissional, resultou no aumento de casos de depressão, stress e a síndrome de Burnot.

A pesquisa realizada pela Runrun.it com 1.500 trabalhadores (2020), apontou que nesse novo modelo, 54% dos entrevistados têm dificuldade de se desconectar do trabalho.

Por isso, as empresas devem colaborar com a saúde mental dos seus empregados. Uma das formas é oferecendo apoio psicológico, dicas de alimentação e atividade física, estimular o diálogo da liderança com a equipe para aliviar a pressão e abrir espaço para que o empregado fale e seja ouvido.

 

Fonte: Pesquisa Runrun.it (2020)